Breve dissertação acerca das diversidades linguísticas

 

O conceito de língua desperta, em volta de todo o globo terrestre, inúmeras discussões acerca não só de sua definição, mas também de seu papel social, ou seja, das relações que a língua estabelece nas sociedades em geral. Isso ocorre, pois sempre houve o predomínio de uma variante lingüística em qualquer sociedade existente, sendo então predominante a variedade comum à classe também predominante em tal sociedade (não necessariamente em número, mas sim em poder). Diz-se variante lingüística, pois não há como uma língua ser um sistema homogêneo, podendo-se distinguir várias transformações diárias na história das línguas. Sendo assim, mais do que procurar entender a língua, é preciso procurar compreender as diversas formas pelas quais ela se manifesta.

            As diversidades lingüísticas, ao contrário do que muitos pensam, não estão sujeitas à contingência; não se trata de um “vale-tudo”; existem fatores internos (estruturais) e externos (sociais) à língua que condicionam tais variações. Sírio Possenti afirma que “A variedade linguística é reflexo da variedade social”, pois fatores como a região, o momento histórico e a cultura em que se vive ou o nível social e a escolaridade que se tem, enfim, o contexto social em que se encontra o falante é determinante para que ele desenvolva certa variante durante a formação de sua competência lingüística.

            Partindo, então, do pressuposto de Nietzsche, em que “(...) o refinamento e a força da consciência estão sempre em proporção com a aptidão de comunicação de um ser humano (...)”, sendo a consciência de si formada pelas competências lingüística e comunicativa, podemos concluir que, maior será a aptidão de comunicação, quanto maior for o acesso do indivíduo a diferentes variantes, bem como o domínio que tiver delas.

            Entretanto, difícil é conceber uma boa convivência entre as variantes lingüísticas quando vemos travado um conflito hierárquico entre elas, onde a língua padrão é tratada, geralmente, de forma impositiva na formação escolar. Isso se deve ao fato de que tal formação acaba por desvalorizar aquilo que foge à variante padrão.

            Portanto, é fundamental entender, como diz Carlos Alberto Faraco, que “É pela linguagem, afinal, que somos indivíduos únicos: somos o que somos depois de um processo de conquista da nossa palavra (...)” para então excluir do nosso sistema de valores o preconceito lingüístico que aumenta ainda mais a divisão entre as pessoas.

 

 

 

                                                                                                                                                                                   Thamires Vançan Capasciutti



Escrito por acadetiva às 18:08:23
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ACADETIVA de volta à ativa!

Acadetiva de volta à ativa!

É isso mesmo, galera! A Acadetiva será reativada!

Preparem-se...



Escrito por acadetiva às 18:19:36
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Um descontentamento descontente

 

               A ditadura da beleza tem governado a moda estilística e corporal desde quando a humanidade conheceu a sociedade. A padronização de como se deve ser físico-esteticamente provoca, principalmente nas mulheres, uma insatisfação com o próprio corpo, o que faz aumentar a procura de meios para se tornar belo. O problema começa quando a importância dada à essa busca não mede esforços e não se preocupa com a saúde mental.

              Certamente é importante gostar de si mesmo, e sentir-se belo é um dos princípios fundamentais para isso, afinal, estar descontente com o próprio corpo pode gerar baixa auto-estima, frustração, subestimação e depressão (que não constituem estados de uma boa saúde mental). Mas isso não significa que é preciso escravizar-se a fim de se chegar à "forma perfeita", mesmo porque nem podemos afirmar que ela existe. Tornar a própria felicidade dependente da beleza também não é um constituinte da saúde mental.

              É claro que não é fácil viver num mundo como o nosso, onde a mídia (principalmente) tem variadas formas de propagação, onde as modelos de Hollywood apresdentam a moda, onde as academias e as clínicas estéticas proliferam, e onde muitas outras formas dissimuladas da ditadura da beleza (patrocinadas pelo capitalismo) influenciam (para não dizer que comandam) o nosso conceito de beleza. Porém, é preciso ter em mente que por mais que se tente mudar, arrancar, aspirar ou corrigir, a lei da vida sempre vai se sobrepor a isso. Não é possível fugir de crescer, ENVELHECER e morrer depois que se nasce.

             Essa ditadura existe, existiu e continuará existindo desde que viva a padronização do conceito de beleza. Em outras palavras, enquanto deixarmos que a beleza nos dite como ela deve ser, a busca por ela deixará sempre insatisfação consigo, um descontentamento constante e não aceitação da lei natural da vida.

 

 



Escrito por acadetiva às 22:36:19
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Chamada em espera

               

                Gradativamente, a qualidade do ensino público brasileiro diminui nesses últimos anos. Agora, além do alto índice de violência encontrado nas escolas públicas, há o mau ensino, que gera um quadro educacional mais do que insatisfatório - preocupante.

               A revista Veja constatou, neste mês, que 90% das escolas públicas não oferecem um ensino de qualidade, ou seja, não oferecem uma base de conhecimento aos jovens e crianças entre sete e dezessete anos. Isso significa que, ao invés de prepará-los para serem o tão esperado bom futuro da humanidade, as escolas deixam que sejam criados mais escravos do sistema brasileiro, mais analfabetos funcionais.

               Além do desinteresse sócio-governamental na educação de nossos jovens e crianças, os salários baixos pagos a funcionários e professores (que geram uma desmotivação com o trabalho), e a progressão continuada (que impede que os alunos se esforcem para estudar) são causas desse baixo índice de qualidade do ensino público.

               Mesmo com todos esses problemas na educação do país, segundo a Veja, 89% dos pais acreditam que os filhos têm um bom rendimento escolar.

               A grande preocupação está em saber aonde todo esse ciclo vicioso de professor interessado-aluno desinteressado e vice-versa vai parar, já que quem feveria se preocupar com esses problemas parece estar muito ocupado com problemas maiores e mais importantes no momento.



Escrito por acadetiva às 22:49:44
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Os educandos no século XXI

 

                                              

 

          Uma das principais cobranças que a sociedade tem sobre o indivíduo do século XXI é a capacitação profissional das pessoas no mercado de trabalho. A necessidade de melhor qualificação da mão-de-obra surge em todos os setores se atividade econômica. Com isso, a educação tornou-se uma grande preocupação social.

          Apesar dessa preocupação existir, não é toda a população que se preocupa com a formação dos nossos jovens. O ensino público continua abandonado e esquecido pelo governo. Os professores não são bem pagos, e por isso têm seu trabalho desvalorizado, ocasionando a indiferença pela qual uma grande parte dos alunos do ensino público vêem a educação.

          Mesmo assim, é preciso que, de alguma forma (de preferência com a intervenção do gorveno, valorizando mais a escola) esses alunos tenham a vontade do saber, queiram estudar para serem profissionais do mercado, já que a educação não é feita somente por educadores, mas também por educandos.

          Entretanto, estudar nao se torna importante apenas para uma formação profissional ou para ter um bom emprego. O estudo ajuda no desenvolvimento do raciocínio, na formação do indivíduo. E afinal, a filosofia e as ciências foram criadas pelos grandes pensadores, pelos grandes sonhadores da história da humanidade. Como disse Fernando Pessoa, " O homem é do tamanho de seu sonho".

 



Escrito por acadetiva às 23:32:26
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Copos cheios numa sociedade vazia!

                                             

O consumo de bebidas alcoólicas nas ultimas décadas aumentou cerca de 75,4%. Com cada vez mais jovens consumindo e começando mais cedo. Pesquisas, no Brasil, apontam que o consumo de cerveja, por exemplo, chega a 54 litros per capita/ano.

Porque um aumento tão grande desse número? E porque vem ganhando cada vez mais destaque e apoio entre os jovens?  O álcool é uma das poucas drogas psicotrópicas que tem seu consumo admitido e até incentivado pela sociedade. Mesmos com leis de proibição, qualquer menor de dezoito anos tem acesso. Fato este agravado pelos comerciais, em especial de cerveja.

O problema não esta em fazer propaganda de seu produto ou na liberdade de expressão (como está sendo dito pelos seus defensores).  A questão é a influencia que ela exerce e o modo como o consumo do álcool é mostrado.  Meninos de 10 a 13 anos que foram entrevistados disseram que SIM, se sentiam atraídos e encorajados a beber pela propaganda. Não é à toa, no Brasil os comerciais estão sempre associados a momentos gloriosos, auge da masculinidade, conquistas. Mas não mostram os acidentes no trânsito; as brigas na família; a dependência química, física e psicológica. 

Após a proibição da veiculação de qualquer tipo de propaganda de cigarro, alguns anos atrás, diminuiu mais de 20% o número de fumantes. Além dos avisos e advertências sobre os danos causados à saudade. O mesmo poderia ser feito com as bebidas alcoólicas, já que causam riscos ao usuario e a sociedade.

Uma proibição não mudara o pensamento de ninguém, no entanto acompanhada de projetos e leis mais rígidas pode prevenir o surgimento de mais milhares de dependentes.  

 



Escrito por Isabella de Oliveira Barbosa às 21:43:36
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As experiências inexperientes

 

 

 

Os seres humanos, são beneficiados por animais serem cobaias em muitas

pesquisas, afinal primeiro testa-se o novo projeto no animal e só então este é repassado ao homem.

Porém os organismos dos animais algumas vezes diferem dos nossos,

 então acabamos sendo as próprias cobaias da nova medicina.

Apesar disso, muitas vidas foram salvas, pois medicamentos altamente perigosos a saúde humana

foram impedidos de entrarem no mercado graças aos testes feito em animais.

Há a opção que está sendo usada em alguns casos, de testes serem feitos em humanos mediante a auto consciência de que, qualquer dano causado é inteiramente responsabilidade do voluntário.

Muitas pessoas optam a se voluntariarem nesses experimentos, por estarem desesperados pela cura de alguma doença,

 ou pelo dinheiro que irão receber.

Até qual ponto o animal deve ser testado para a segurança dos seres humanos?



Escrito por Jéssica Coelho às 16:57:15
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A (in)dependência das mulheres

 

                                     

Durante muito tempo, a mulher foi vista como um objeto doméstico. A própria sociedade fez dela um agente servil do lar, que tinha o dever de cuidar da casa, dos filhos e servir o marido. Ela não devia reclamar das ordens a que era submetida, não devia brigar e não devia pensar, até que decidiu voltar ao reino hominal em busca da sua independência.

            A mulher conquistou alguns direitos como o de trabalho, porém, um direito não muda um pensamento, e a sociedade continuava machista. Aquelas que trabalhavam, por exemplo, além de mal vistas pela maioria da população, eram tratadas com inferioridade. Chegavam a trabalhar dezesseis horas diárias (bem mais tempo do que os homens) e também chegavam a ganhar um terço do salário que eles recebiam (como foi o caso das operárias de uma fábrica de tecidos em Nova Iorque, que reivindicaram seus direitos em uma greve, sendo incendiadas junto à fábrica e dando origem ao dia Internacional da Mulher.).

             Pouco menos de um século depois do episódio das norte-americanas, as brasileiras reivindicavam, entre outras discussões, o poder do voto. E assim começa a participação da mulher brasileira no mercado de trabalho. Porém, a tal independência que ela conquistou teve o seu cenário modificado – ao invés de trocar certas funções da agente servil do lar, ela apenas adquiriu mais alguns “deveres” (além de cuidar da casa, dos filhos e servir o marido, ela participa da renda mensal da família, pagando contas, por exemplo).

            O grande problema é saber o quão boa é essa experiência de “direitos” e “independência”, pois, apesar de ter muito mais espaço econômico, político e social na sociedade, a mulher continua a ser vista com diferença quando equiparada ao homem. Restam, então, às mulheres, três opções: resignar-se com essa situação e deixá-la como está, voltar ser a agente servil, ou lutar para alcançar os verdadeiros direitos (daí podemos modificar uma frase de Karl Marx para “Mulheres do mundo inteiro, uni-vos!”).

 



Escrito por Thamires Capasciutti às 14:51:32
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Fútil,sempre.

 

Raramente, peças de grife apresentadas em passarelas viram moda.Estas são vistas como cafona, brega.

O que mais entra na moda é o corpo desfilado, a magreza que pode chegar a certa perfeição externa, mas destruição interna.

 

Grande maioria pensa primeiro no bem-estar e esquece da saúde. ”Se estivesse magra como ela, atrairia todos os homens”. ”Preciso fazer lipo para tirar essas gordurinhas extras, meu marido vai amar.”

 

A auto estima pode até aumentar, mas essa futulidade não levará a lugar algum.

Não dizem que o importante é o que vem de dentro? Então porque ligarmos tanto para aparência?”A aparência, muitas vezes, engana.”

De nada adianta gastar dinheiro e mais dinheiro nisso, sendo que um dia a “febre” passa.

((foto: Anielli  << lindaaa top model...doo A.M.T.V.))



Escrito por acadetiva às 19:46:29
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País do futebol...e nada mais??

O Brasil é conhecido como terra tropical, país de carnaval, mulher bonita e futebol. Mas será que acaba por ai? É nisso que o país se resume?

Copa do mundo, alegria dos brasileiros. Bandeiras espalhadas, camisetas da seleção, amor á pátria. Um país apaixonado que para tudo para ver o BRASIL jogar. Mas a copa acaba. Os jogadores voltam ao país em que jogam e ganham verdadeiras fortunas. Enquanto o brasileiro volta para sua rotina. Volta a ver corrupção, violência, desigualdade.

 

É essa a imagem que está sendo passada para as crianças. É com essa mentalidade que elas estão crescendo, sem perspectiva de vida. Esperando a primeira oportunidade que tiver para tentar uma vida melhor em outro país. Ou se conformar com a “realidade”.

 

O Brasil vai muito além do futebol. Nosso patrimônio cultural é enorme. Portugueses, indígenas, africanos e diversos imigrantes nos deixaram um enorme tesouro. Um país de misturas, povos diferentes. Literatura, musica, arquitetura que tiveram sim a influencia estrangeira, mas que ganhou seu próprio estilo.

 

País tropical, de paisagens naturais maravilhosas. Rios, mares, florestas. Tribos que ainda conservam sua cultura, deixando se influenciar de maneira positiva.Tudo isso deve ser valorizado, procurar aqui o há de melhor, reconhecer os nossos talentos. Deixar de ser o apenas o país do futebol e valorizar o Brasil pelo que realmente é, e o que pode ser.

 



Escrito por Isabella de Oliveira Barbosa às 17:52:32
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Há muitos programas de televisão nos quais os apresentadores na sua maioria apresentam problemas a serem solucionados; dão soluções á seu público e com isso pensam que seus papéis na sociedade foram bem desempenhados pois repassaram estas informações ’necessárias’ aos telespectadores.

Isso ocorre com freqüência no dia á dia, mas de nada adianta ficar debatendo-se um assunto milhares de vezes, saber as soluções para este e nada fazer para mudar além de discuti-lo e discuti-lo.

É de extrema necessidade discutir o assunto para compreendê-lo e assim achar suas raízes, porém isso basta?

O enxofre que é liberado na queima dos combustíveis que são utilizados pelos automóveis todos os dias causam muitos danos, porém o uso de bicicletas e de transportes públicos são utilizados em uma proporção muito pequena.....

Solução fora de cogitação? A distancia impede o uso de bicicletas e os transportes público são sempre muito lotados?

Idosos são abandonados em asilos por seus familiares e muitas vezes acabam morrendo lá sem terem ninguém a lhes dar um pouco de atenção e carinho....

A correria diária impede uma visita? O trabalho que coloca a “comida” na mesa toma todo o seu tempo?

Até quando essas desculpas dominarão a sociedade?

É necessário que sociedade em seu todo pare de usar subjetivamente o famoso ditado popular : “ Faça o que eu digo mas, não faça o que eu faço”.

 

O que você fez para mudar o mundo hoje?



Escrito por Jéssica Coelho às 18:47:55
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Internet é vista como meio de distração que muitas vezes acaba tomando grande parte do nosso tempo disponível à descansar ou alimentar-se bem.

É também através dela que varias pessoas se sentem bem,algumas conseguem fortalecer os laços de amizade ou até mesmo amorosos.

Estes relacionamentos amorosos,dia após dia estão cada vez mais comum e sincero.

Antigamente se relacionar pela internet era brincadeira,hoje já não é visto de tal forma,há vários e vários casos de pessoas que não se conhecem fisicamente e já embarcam em um namoro,relacionamento este que poderá gerar conflitos.

A confiança pode ser traída, pois a internet mascara a pessoa, não é possível vê-la como realmente é.

Existirão pontos que sempre ficarão ocultos e incertos.

Ausência deixa uma pessoa debilitada, deixa-a mais carente e consequentemente mais frágil.

O ciúme transforma qualquer ato em desconfiança e consequentemente gera briga.

 

É difícil conviver com esses fatores, pois são os mesmos que conseguem acabar com o namoro.

É preciso muito cuidado e força.Palavras opostas mais que sabem conviver em conjunto.

Talvez o amor consiga superar. 

 



Escrito por Letícia Viche às 20:26:46
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Eros, Philia, Ágape

Muitas palavras do vocabulário da Língua Portuguesa (brasileira) perdem seus significados originais pelo uso constante. O amor, por exemplo, é uma delas. Em todos os lugares ouve-se sobre amor, comenta-se sobre amor, sente-se amor, mas em cada contexto em que a palavra é empregada, ela se refere a um diferente sentimento. Então, o que é amor?

Os gregos tem três principais definições para o termo: Eros - designa um amor apaixonado, com desejo e apetite sensual, Philia - um amor virtuoso e desapaixonado, incluindo lealdade, virtude, igualdade e familiaridade (aos amigos, à família, à comunidade), e Ágape - significa altruísmo, generosidade, a dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Esses três significados (e vários outros) misturaram-se entre si, vulgarizando o termo e criando mais palavras e mais definições para os dicionários.

 Mesmo assim, o conceito mais popular de amor refere-se à formação de um vínculo emocional com alguém, ou objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação. Partindo desse ponto, é possível analisar parte do comportamento humano.

 Por que somos carentes? Por que precisamos tanto desse tal amor? Aliás, primeiramente deve-se perguntar se nós precisamos dele. Muitos responderiam que essa carência se deve ao instinto de reprodução que faz parte de todo ser, mas ela se resume apenas nisso? E os sentimentos, onde é que eles estão? O que é essa necessidade de ser amado?

 Se precisamos de amor, não seria então, amar, um ato egoísta? Amamos esperando ser amados? Por que amamos?

 Afinal, o que significa realmente, amar? 



Escrito por Thamires Capasciutti às 21:55:38
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Eutanásia, termo de origem grega, eu: bem; thánatos: morte.

Ou seja, boa morte.

   

            

As duas principais praticas são: a ativa - quando a negociação entre paciente/família e médicos,com uma atitude que ponha termino à vida.Como o uso de drogas letais; e a passiva - interrupção dos cuidados médicos que poderiam ajudar o paciente a sobreviver.

 

Mas afinal, qual a origem da eutanásia? Na Alemanha, durante o nazismo, um pai pediu o direito de tirar a vida do filho recém-nascido que nasceu cego e deformado. Ocorreram muitas campanhas de apoio ao ato e Adolf Hitler autorizou o médico a dar uma injeção letal na criança.  Um tempo depois 275 mil doentes mentais e considerados com vida inútil foram mortos.

 

Os que são a favor consideram um modo de acabar com a dor e sofrimento do doente, a oportunidade de proporcionar uma morte digna e misericordiosa. Alguns pacientes chegam a pedir para as famílias lhe tirar a vida, para deixar de ser um incomodo e não sofrer mais. Há também a visão econômica de que o governo tem gastos desnecessários com esses pacientes, considerados sem esperança de recuperação.

 

A eutanásia nos remete a idéia de que a vida da pessoa em estado terminal, não tem mais valor e muito menos importância. Pode-se verificar a existência de casos em que os indivíduos estão desenganados pela medicina tradicional e depois procurando alternativas conseguem se curar. Além de que, quando o doente é bem assistido pelo médico a maioria quer lutar para viver a cada dia, por mais restringido que esteja.

 

Um fato curioso é que entre os países onde a eutanásia é legalizada, a maioria é contra a pena de morte, considerada um crime.  



Escrito por Isabella de Oliveira Barbosa às 14:44:45
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BRASIL.. UMA PAÍS DE TODOS?

 

Difícil acreditar em que um país com renda mensal de milhões, existam pessoas abaixo da linha da miséria, vivendo em situação de verdadeira calamidade, sofrendo com o egoísmo de... De quem será mesmo a culpa?

A resposta mais cômoda á todos é: “do governo”, tolos são aqueles que se esquecem de que a eleição neste país é totalmente aberta a quem se acha capaz de assumir tal responsabilidade candidatando-se, ou seja, qualquer pessoa com alguma instrução.

De uma forma geral, os nossos representantes são alguém do nosso meio, que ao serem eleitos esquecem dos seus princípios.

Como pode o Brasil ser ‘um país de todos’,se há tanta desigualdade social convivendo lado a lado, tanta discriminação, preconceitos e tanta hipocrisia, pois sabemos a solução do problema, que é investir desde o princípio na educação, mas o egocentrismo da minoria impede o sucesso de uma nação.

A situação em que vivemos poderá ser modificada com o passar da historia? Para os crentes na mitologia, assim como na historia de Pandora.. a esperança é a ultima que morre.



Escrito por Jéssica Coelho às 20:22:48
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